Em agosto de 2013 decidimos engravidar (depois de uma experiência triste no início desse mesmo ano).
Falámos com a médica que mostrou-se mais empolgada do que nós.
Mandou fazer umas análises e parar com a pílula. "Para quê? Não vale a pena estar a adiar mais tempo", diz ela.
Na segunda semana de outubro (não me recordo bem o dia), fizemos o teste. POSITIVO.
"Ok. Estamos grávidos" - dizemos nós. Sem grande alarido, nem saltos, nem lágrimas. Nós já sabíamos que estavamos grávidos. Simplesmente sabíamos que seria à primeira tentativa.
Data provável da gravidez: 30 de setembro.
Data provável de nascimento: 7 de julho.
A família ficou feliz. Afinal estamos juntos desde 2003. Já estava na hora de termos um bebé.
Contámos à minha mãe e aos pais do Daniel. Não quisemos contar a mais ninguém, pois queríamos aguardar pela certeza de que tudo estava bem. Íamos esperar até aos 3 meses.
Claro que tive de contar no trabalho. A barriga começou logo a notar-se. "Vem aí um rapagão", diziam-me.
O meu mano e o meu sobrinho só ficaram a saber no Natal, assim como a família do Daniel.
Vivíamos a felicidade plena.
No entanto, havia um receio: a primeira ecografia. Será que iria estar tudo bem?
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